Via Atlântico, li este artigo de João Marques Almeida no DE
Podemos tirar já algumas conclusões sobre as primárias e sobre a política americana. Em primeiro lugar, é impossível prever não só quem será o próximo Presidente mas até quem serão os candidatos, republicano e democrata. Há quatro candidatos que podem ser eleitos: Rudy Giuliani, John McCain, Hillary Clinton e Barak Obama. A incerteza resulta do estado em que se encontram os dois grandes partidos americanos. Entre os republicanos, os candidatos que têm mais possibilidades de ganhar as eleições, McCain e Giuliani, enfrentam uma grande oposição no interior do partido. Em muitas matérias, são ambos excessivamente liberais para o conservadorismo dominante nos republicanos, principalmente em questões sociais. No partido democrata, temos a situação oposta: o candidato favorito dos militantes, Hilary Clinton, é o que tem menos possibilidades de vencer em Novembro. Como mostram as sondagens e as eleições de New Hampshire, Obama consegue o apoio de muitos independentes e mesmo de algum eleitorado próximo dos republicanos. Aliás, as simpatias de muitos comentadores de centro-direita por Obama são evidentes (até o bastião do “neo-conservadorismo”, o “Weekly Standard”, o elogia).
(a partir de hoje irei também dar destaque ao que se escreve por cá sobre estas eleições presidenciais)


































