Posted by: Nuno Gouveia | Março 12, 2008

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Os apoiantes não vinculam o seu líder, mas quando dizem barbaridades, obrigam os candidatos presidenciais a virem a público pedirem desculpa ou dizerem que não concordam com o que foi dito. Nos últimos tempos assistimos a diversas polémicas deste tipo, como a “monster” de Samantha Powers, a questão racial com Ferraro ou a utilização do nome Hussein por parte de alguns Republicanos.

Segundo Ben Smith, do Politico, a campanha de John Mccain emitiu uma nota aos seus apoiantes de topo para se manterem circunscritos à mensagem de Mccain para a América e não se desviarem para questões menores. Rick Davies, campaign manager, expediu um comunicado alertando que “esta campanha é sobre John Mccain: a sua visão, liderança, experiência, coragem, serviço ao seu país e a sua habilidade para ser Comandante em Chefe desde o primeiro dia”, acrescentando que “ ele colocou-se ao nível dos mais altos padrões e espera continuar a realizar uma campanha respeitável, baseada nos principais temas”. Por fim, Davies defendeu que esperava que “todos os apoiantes e membros do staff tenham comportamentos similares aos padrões elevados que Mccain representa nesta campanha”.

Os ataques de alguns republicanos a Barack Obama, quer por questões de raça ou religião, irritaram a candidatura de Mccain, que vê nestes episódios motivos para desviar a atenção do que realmente interessa. Obviamente para quem construiu uma carreira política assente na honestidade, integridade e ética, não poderá realizar uma campanha negativa, sob pena de perder credibilidade junto da opinião pública.

Este memorando continha ainda alguns pontos específicos que devem fazer parte do léxico dos apoiantes do Senador do Arizona.

Podem ver aqui o artigo completo.

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