Aquele que constitui, juntamente com o “bittergate”, o caso mais negativo da campanha de Obama, regressou aos escaparates das notícias. O reverendo Jeremiah Wright esteve no passado fim-de-semana muito activo em diversas acções de relações públicas, o que, obviamente, só prejudica o Senador do Illinois. Wright tentou defender-se da “crucificação pública” que sofreu nas últimas semanas. Foi a primeira vez que Wright falou publicamente sobre este caso, prejudicando novamente Obama.
John Mccain voltou a falar deste caso, criticando as posições defendidas por Wright e a sua ligação a Obama, apesar de ter demonstrado a sua oposição em fazer deste assunto um tema de anúncios, como planeia fazer o GOP da Carolina do Norte.



































Este senhor é completamente louco… Não acerta uma. As suas ligações a Louis Farrakhan, as teses sobre a origem da SIDA e as observações sobre o 9/11 são de um radicalismo arrepiante.
Obama está entre a espada e a parede. Não pode apenas continuar a dizer que “não está de acordo” com Wright. Ou se distancia em absoluto das declarações e da “persona” ou vai ser seriamente punido…
Por: José Gomes André em Abril 28, 2008
às 11:56 pm
O problema é que ele não se cala. Obama vai ter de ter muito contundente em relação a Wright. Ontem ouvi-o dizer que Obama é um político e como tal, diz o que for preciso para ser eleito. Ora, isto vindo de alguém que foi durante 20 anos o conselheiro espiritual de Obama e que o casou, isso não é muito positivo para Obama. E o pior é que esta polémica agrava os problemas de Obama no eleitorado que mostra mais reticencia em votar nele: os idosos, a classe média baixa e a América profunda.
Por: Nuno Gouveia em Abril 29, 2008
às 1:50 pm