Mitt Romney continua a gerar noticias sobre a possibilidade de ser o escolhido por Mccain para o ticket republicano. Tem sido um dos mais fiéis apoiantes de Mccain durante este Verão, desdobrando-se em entrevistas e acções de campanha. Definitivamente está interessado no cargo.
Steve Kornacki sustenta no Observer que Chuck Hagel como VP de Obama é uma fantasia. Kornacki diz que esse cenário não tem a mínima possibilidade de tornar-se realidade. Apesar de considerar Hagel o mais forte VP de Obama, não acredita que isso possa acontecer devido à amizade entre republicano do Nebraska e Mccain, pelo facto de Hagel ainda não ter declarado o apoio a nenhum candidato, mas principalmente por causa do establishment do Partido Democrata, que nunca aceitaria ter um candidato a VP republicano.
Mark Davis resume, num artigo no Dallas News, os potenciais VPs de Obama, excluindo logo à partida três nomes. Hillary Clinton porque Obama precisa não precisa desta ligação, Wesley Clark pelos seus comentários embaraçosos sobre John Mccain e de Chuck Hagel, porque é demasiado conservador para Obama. Para Davis, os nomes mais fortes são: o senador do Delaware, Joe Biden, pela experiência em política externa e de 35 anos no senado; o governador do Novo México, Bill Richardson, pelo seu extenso currículo e pela atractividade que seria para os hispânicos; o senador do Indiana, Evan Bayh, pelas suas posições centristas, e pelos seus dois mandatos como governador e 10 anos no senado; o governador da Pennsylvania, Ed Rendell, pela sua experiencia executiva como governador, como mayor de Philadelphia e chairman do DNC em 2000. Davis refere ainda outras possibilidades, mas mais problemáticas, como o senador da Virgínia Jim Webb e a governadora do Kansas, Kathleen Sebelius.


































