Publicado por: Nuno Gouveia | Abril 29, 2008

Ponto de situação nos Superdelegados

Gráfico do Wall Street Journal

Obama já lidera a contagem dos Superdelegados, no que diz respeito aos eleitos. Ao todo são 28 governadores, 234 congressistas e 49 senadores, e Obama ultrapassou esta semana Hillary Clinton nestes Superdelegados. Nos restantes 400, Clinton tem uma ligeira vantagem, entre os que já se decidiram apoiar um candidato. Não será desqualificado atribuir estes apoios à influência do casal Clinton aparelho do Partido. Mas recordo que antes da Superterça-feira, Hillary Clinton tinha uma larga vantagem no apoio dos Superdelegados, mas deste então foi perdendo fulgor. Hillary Clinton tem 258 Superdelegados, contra os 236 de Barack Obama. Se a tendência dos últimos meses continuar, será muito difícil a Hillary dar a volta.


Responses

  1. Que Obama vai vencer no número de delegados ninguém tem dúvidas! Agora se passar para a liderança ao nível dos superdelegados, então não resta outro remédio a Hillary do que assumir a derrota, mesmo que vença todas as primárias que faltam, e não o vai fazer.

    Não deixa de ser curioso que no pior momento de Obama nesta corrida (e simultaneamente no melhor momento de Hillary nos últimos meses) tem sido Obama a receber mais apoios de superdelegado… Talvez estes apoios não sejam por convicção mas por interesses em votar em que está na frente, mas cada voto assumido por um superdelegado em Obama aumenta a pressão que os restantes façam o mesmo…

  2. Se o gap continuar a diminuir, sendo provavel que uma parte dos delegados declare o seu apoio ao que for à frente em Junho, será que Hillary tentará ir até à Convenção? Seria um excelente espectáculo político, disso não tenhamos dúvidas.

  3. O superdelegados são políticos como quaisquer outros: têm a sua dose de calculismo, a sua dose de idealismo (uns mais que outros), outra de pragmatismo e gostam de vencer ou, pelo menos, estar do lado do vencedor.

    Se Hillary estivesse à frente, há muito que os superdelegados tinham tomado a decisão e as primárias teriam terminado: é figura conhecida, bem instalada no aparelho partidário e eleitorado tradicional e havia confiança numa vitória em Novembro. Com Obama à frente e quase certo como nomeado, a hesitação é apenas natural e o seguir atrás do vencedor vem a conta-gotas.

    Quanto a Hillary seguir ou não em frente mesmo que perca a vantagem em superdelegados, continuo com a mente em duas palavras-chave: Florida e Michigan!

  4. Concordo com o Héliocoptero,

    Aliás, penso que já o disse aqui. Se a situação fosse inversa, já há muito Hillary seria a nomeada, não só pelo apoio que iria receber dos Superdelegados, como também pela pressão que seria feita sobre Obama para que desistisse.


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