Publicado por: Nuno Gouveia | Outubro 7, 2008

“Temos que virar a página da crise económica”

Neste modelo, o “town hall meeting”, normalmente John McCain sai-se bem. Na resposta rápida a questões inesperadas.

Obama vai apresentar-se como um politico pragmático, um homem a quem se pode confiar a liderança do país num tempo de incerteza.

McCain pretende desviar as atenções da crise económica que está a fazer subir o apoio aos democratas e chamar a atenção para as questões de carácter de Obama e para as suas ligações.

A crise em Wall Street tem favorecido de tal forma Barack Obama que aparece à frente em praticamente todos os “swing states”, os Estados que ora votam republicano ora democrata e que, no final, decidem a eleição.

Por essa razão, um dos assessores de McCain disse que “temos que virar a página da crise económica” e introduzir outros assuntos na campanha.

Mas a dúvida do confronto é outra: até que ponto John  McCain irá verbalizar algumas das questões que têm sido suscitadas pela campanha republicana nos últimos dias, nomeadamente a associação entre Barack Obama e Bill Ayres, o antigo membro de um grupo radical que, nos anos 60, atacou o Pentágono em Washington, no âmbito de uma campanha mais vasta contra a intervenção dos Estados Unidos no Vietname.

Ler o artigo completo do Vitor Gonçalves, correspondente da RTP nos EUA. Um dos bons jornalistas portugueses a cobrir esta eleições.

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