Publicado por: Nuno Gouveia | Outubro 29, 2008

“Repugnante”?

A bela Elisabeth Hasselbeck é a única conservadora do programa feminino da ABC “The View”, onde partilha o protagonismo com Barbara Walters, Whoopi Goldberg, Joy Behar e Sherri Shepherd. No último fim-de-semana esteve a fazer campanha com Sarah Palin na Florida, e tem-se destacado na defesa do ticket republicano.

Hoje foi entrevistada por Barbara Walters, no seu talk show de rádio, e esteve particularmente activa. Foi muito crítica em relação ao tratamento “sexista” que tem sido oferecido a Palin pelos media, mas a frase mais marcante da sua intervenção tem a ver com a compra milionária de Barack Obama para amanhã: documentários de meia hora na NBC, CBS e Fox. Hasselback considerou esta compra “repugnante”.


Responses

  1. Nuno:

    Devia contar quem e a “belisssima” sra Hesselback.
    Ganhou notoriedade por duas razoes: ter sido concorrente do Survivor e ser casada com um antigo quarterback da NFL que e irmao de uma outra estrela da NFL.

    Ou seja e o correspondente as nossas conorrentes do Big Brother que agora fazem comentarios em talk shows.

  2. Estou curioso… A bela Elisabeth também se preocupou com os ataques sexistas que Hillary Clinton sofreu durante as primárias, especialmente dos media conservadores?

  3. Repugnante é a palavra. E a quantidade de dinheiro gastra por Obama, para os resultados favoráveis mas ainda não en definitivo, só mostra o que eu sempre disse: Obama é um péssimo candidato.

    Esta compra, depois dos ataques à Palin pela roupa e pela maquilhagem, é imperdoável.

    E a EH – que se aguenta muito bem no The View juntamente daquelas maluquinhas liberais a defender as suas opiniões, e se começou como corrente do Survivor isso só lhe dá mais mérito, e casar bem é um sinal de inteligência em qualquer pessoa, e pelo que me lembro é uma mãe dedicada, pelo que a senhora só tem pontos a favor – tem toda a razão: esta foi a campanha mais sexista de que há memória, e começou logo com os ataques de Obama a Hillary, arrasando com a competência que demonstrou na Casa Branca e no Senado (concorde-se ou não com as políticas).

  4. Ou seja. Neste jogo de celebridades, há as boas e as más celebridades. Chamem-se elas Hesselbeck, Johansson ou Damon. O interessante é verificar que resposta é os comentários que geram nos adversários. E aí, a resposta é dupla.

    É evidente que este tipo de celebridades não contam nada na corrida eleitoral. A excepção foi obviamente Oprah (um misto de Fátima Lopes com Teresa Guilherme lá do sitio).

  5. Comparar Oprah com Fatima Lopes ou Hesselback e desprestigiante. Nao para a Oprah mas para quem compara.

    A Oprah ganhou varios Grammys, foi nomeada como actriz para o Oscar, foi host duma cerimonia do Nobel em 2004, a Time considerou “the most influential woman 2006”.

    Quanto aos actores e normal que apoiem os candidatos. Poderia acrecentar Clooney ou Springsteen do lado democrata, Adam Sandler ou Chuck Norris, do republicano.

    A questao e que todos eles se limitaram a apoiar o seu candidato. A Ms Hasselback fez varios ataques a Obama e a sua mulher. FOi sexista quando atacou Michele? Ou apenas racista?

    Nuno, basta ir ao you tube para conhecer o perfil da senhora.

  6. Não comparei Oprah a Hesselback, mas sim a Fátima Lopes. Claro que destas todas, Hesselback é muito mais gira.

    E sim não vejo grande diferença: Para mim, Oprah é uma estrela da televisão como outra qualquer. Com uma enorme influência na sociedade americana. E daí a força do seu apoio a Obama.
    Pelos poucos programas que vi, não a acho muito diferente da Fátima Lopes. A diferença maior são os milhões que tem no bolso, e como tal, pode fazer os actos de beneficência que costuma fazer.

    Atacar Michelle e Obama é ser racista? Já parece o Rush Limbaugh a falar, que disse que Powel apenas apoiou Obama por este ser negro. Há quem diga o mesmo de Oprah..

    E claro. Acha mesmo que as celebridades se limitaram a defender o seu candidato? Aconselho-o só a fazer uma pequena pesquisa pelo YouTube com o nome de Matt Damon / Palin. Uma critica, como outra qualquer, obviamente.


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