Publicado por: Nuno Gouveia | Novembro 1, 2008

“Best I’d ever covered”

Esta frase é do experiente jornalista David Broder, do Washington Post, que diz mesmo que esta campanha eleitoral foi mais excitante que a de 1960, quando John Kennedy bateu Richard Nixon.

Nunca segui tão atentamente outras campanhas eleitorais, mas se recuarmos um ano, e pensar no que se passou nos dois partidos, nos quais destaco a fantástica corrida nas primárias democratas, a recuperação fabulosa de John Mccain e mesmo esta campanha para as eleições gerais, tendo a concordar  com Broder sobre o título do seu artigo: “The Amazing race”.


Responses

  1. Teriamos de perguntar ao Socrates se ele achou esta campanha melhor que a Kennedy vs Nixon.

  2. Sócrates (?),
    nessa altura ainda andava de chupeta, ainda hoje parece só ter birras de garoto…e coitado…tão atarefado com as vendas do “Magalhães”… tem lá tempo para saber e ter cultura política, de geo política…

  3. Nuno,

    Desculpe os comentários, mas a mediocridade, a mesquinhez dos nossos “politicozinhos”, faz isto ser mesmo “O Portugal dos pequeninos” e então comparado com este verdadeiro e global acontecimento, do qual o Mundo inteiro parece estar suspenso…

    Abraço

  4. Cara Maria,

    Sem dúvida. Concordo consigo. O que eu gostava é que em Portugal, muitos comentadores analisassem a nossa realidade política, com o mesmo rigor e seriedade, com que o tentam ao analisar alguns políticos americanos.

  5. Sem dúvida, caro Nuno!

    Independentemente de qualquer comparação com Portugal (ou com qualquer país europeu, de facto), a verdade é que a análise sintéctica mas poderosa feita no artigo de David Broder é do estilo de poder/dever fazer parte de qualquer manual de Jornalismo. Ainda para mais, vindo estas palavras de alguém como Broder…

    Numa nota mais pessoal, queria ainda agradecer-lhe (penso que em nome de muitos, que com certeze se irão pronunciar) pelo seu incrível desempenho a acompanhar estas eleições! Tal como já vi descrito pelo Rogério Oliveira, a sua seriedade e análise lúcida em nada ficam a dever (pelo contrário) a muitas das contribuições de blogs e mainstream media dos US.

    Neste sentido, aguardo pela sua “tese”, não no sentido próprio e académico do termo (embora, caso seja possível -antes de eventual publicação- ter acesso a ela, penso que todos neste blog o apreciariam), mas sim no sentido de análise global final…

    Um abraço e parabéns,

  6. “Sócrates (?),
    nessa altura ainda andava de chupeta”

    Pois andava. Mas deu uma entrevista ao Dn em que dizia que se lembrava bem dessa campanha e do seu impacto.

  7. Caro Fernando,

    Eu intuí a sua ironia.

    São estes os nossos dirigentes, as nossas elites…

    nada é sério…

    Portugal dos pequeniiiinos…

    MUITOS HÁ QUE NUNCA APRENDEM E TUDO ESQUECEM.

    Abraço


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